Na era da superexposição, virou rotina compartilhar cada detalhe insignificante do dia a dia: filma-se a comida no prato, o café na xícara e a rotina automática, como se o excesso de exibição fosse sinônimo de conexão real. Essa necessidade de mostrar tudo o tempo todo acaba drenando a privacidade e gerando ruído vazio. A virada de perspectiva acontece quando você adota um filtro de valor para a sua vida: só vale a pena colocar para fora aquilo que tem o poder de inspirar o outro a ser melhor. Dividir o cuidado com a saúde, a cumplicidade real com os filhos ou momentos de superação serve como um farol, o resto é apenas vaidade desnecessária. O que você expõe ao mundo deve construir pontes, nunca apenas alimentar o ego. Dê o primeiro passo para transformar o seu olhar sobre as relações humanas e faça da escuta a sua nova profissão. As vagas para a Turma de Setembro Amarelo da nossa Formação em Psicanálise Contemporânea estão abertas. Link na bio.
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