Transformar qualquer dilema cotidiano em uma discussão interminável de relação não é sinal de profundidade, mas de apego ao conflito: muita gente não quer de fato resolver o problema, quer apenas uma plateia para validar a sua própria indecisão e alimentar um ciclo exaustivo de queixas. Sob a ótica da psicanálise e de uma postura estoica madura, a vida se organiza quando aprendemos a simplificar o que é simples: se quer ir, vá, se não quer, arque com a escolha de não ir. Ficar rodando em círculos drena a energia do casal e desgasta o vínculo sem necessidade. Maturidade emocional é ter a coragem de assumir as rédeas das próprias decisões e parar de criar tempestade em copo d'água. Quer aprender a decifrar a mente humana e transformar suas relações com maturidade? Conheça a Turma Especial de Setembro Amarelo da nossa Formação em Psicanálise Contemporânea. Link na bio.
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