
Esperar que quem lida diariamente com a violência, o perigo e a dor humana simplesmente "desligue tudo" ao chegar em casa é uma das maiores crueldades da nossa sociedade: ensinamos que a farda precisa ser de ferro e que pedir ajuda é sinal de fraqueza, empurrando nossos agentes de segurança para o silêncio, o esgotamento e o limite psíquico extremo. O grande ponto de inflexão na prevenção real acontece quando humanizamos quem cuida: por trás da farda, há um ser humano que sangra, sente medo e cansa. Coragem não é suportar o insuportável sozinho até o colapso, o maior ato de bravura de quem foi treinado para proteger vidas é permitir que a sua própria dor também seja escutada e acolhida com dignidade. Cuidar da mente de quem nos protege é uma urgência que não pode esperar. O Brasil inteiro fala de prevenção em setembro, na nossa Formação falamos o ano inteiro. Aprenda a construir uma escuta profunda, reconhecer os sinais silenciosos de sofrimento e transformar vidas na Turma Especial de Setembro Amarelo da Formação em Psicanálise Contemporânea. Link na bio.
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