Existe um tipo de exploração que não deixa marca no corpo, mas deixa marca na alma: chegar, gravar, usar a bondade e a simplicidade de um povo, e ir embora sem nunca voltar, sem nunca realmente ajudar. A gente vê isso acontecer em Marajó. Gente que passa pela vida ribeirinha só pra ter conteúdo, que usa o sorriso de uma criança e o acolhimento de uma família e transforma tudo isso em número, sem deixar nada de verdade pra trás. O Vozes do Marajó não veio pra fazer isso. A gente veio pra ouvir antes de gravar. Pra levar oração, presença, voz a quem durante tanto tempo só foi visto como cenário. Porque bondade não é oportunidade, e quem abre a porta de casa pra gente merece respeito, não exploração. Vem com a gente dar voz a Marajó de verdade. 🤎 #VozesDoMarajó
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